Paróquia São Benedito - Itapira - Diocese de Amparo
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O ANO DA FÉ - VAMOS REFLETIR:

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O Ano da Fé significa agradecer
O ser humano, em seu estado natural, possui inteligência e vontade com potencialidades infinitas. A beleza que surge das mãos dos homens é um reflexo da beleza que surge das mãos do Criador. No entanto, não quis Deus que o homem permanecesse apenas em seu estado natural e nos deu o dom da fé.
O dom da fé e da graça eleva o homem ao estado sobrenatural, somos filhos de Deus (1Jo 3,1). Neste estado podemos dizer com São Paulo “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). O estado sobrenatural não está em conflito com o estado natural. A graça não destrói a natureza, a supõe, eleva e aperfeiçoa.
A fé nos eleva a uma condição superior, mas não de superioridade. É na vivência profunda da fé que o homem se encontra completamente consigo mesmo e com o outro, e realiza plenamente a vocação a que foi chamado.
b. No Ano da Fé é necessário dar razões
São Pedro, em sua epístola, nos convida a dar razões de nossa esperança. “Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito.” (1Pe. 3,15)
Não basta celebrar. A verdadeira ação de graças ao Senhor exige que desenvolvamos o dom recebido. A fé é a resposta que o coração humano naturalmente anseia encontrar. No entanto, o dom da fé não exclui a necessidade de utilizar o dom da razão para compreender melhor os mistérios revelados por Deus, de fazê-los compreensíveis e acessíveis ao homem em cada momento histórico. Existe a inteligência da Fé que deve ser, unida à luz da graça, desenvolvida a fim de que cada cristão possa aderir com maior liberdade às verdades reveladas.
Só a partir de uma livre, consciente e renovada adesão à própria fé haverá plena responsabilidade na vivência e testemunho desse dom. É aqui onde dom e resposta, graça divina e liberdade humana devem se dar as mãos para que a fé possa cair em terra fértil, semear e dar frutos em abundância.
Esforcemo-nos por conhecer profundamente a fé que professamos. Criemos grupos de estudos e reflexão, estudemos nossa história.
Pelo batismo, somos, desde já, cidadãos do Céu, mas devemos ser conscientes dessa tão alta dignidade. Não devemos nos acanhar diante dos desafios que o mundo apresenta. A Igreja não possui apenas dois mil anos de história, mas ela e, consequentemente cada um de nós que estamos em comunhão com a Igreja, possuímos a assistência do Logos Divino, da sabedoria eterna, que nos é dada através dos dons do Espírito Santo. Não devemos ter medo de dialogar com o mundo contemporâneo. É nossa missão evangelizar a cultura. Como afirma Bento XVI, "a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas, embora por caminhos diferentes, tendem para a verdade."(Porta Fidei, n. 12). Sejamos os promotores da Verdade na caridade, e da caridade na Verdade.
c. No Ano da Fé é importante proclamar
Bento XVI, com muita sabedoria, alerta que muitos cristãos sentem "maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária." (Porta Fidei,2) Diante dos desafios que nos apresentam a sociedade secularizada, nossa primeira reação é lançar-nos a fazer algo. Desejamos, justificadamente, e nos esforçamos, com boas intenções, por unir pessoas, grupos e entidades para combater aquilo que consideramos como nocivo ao cristianismo e à humanidade.
Considero importantes todas as iniciativas que visam promover nossa fé e incidir positivamente na sociedade e que contenham o avanço do mal que se alastra em nossa cultura. Mas, o que seriam dessas iniciativas de luta e de força, de combate e embate sem a fé? Não vejo os primeiros cristãos se conjurando para dominar as instituições através da força e do poder. A ação mais importante e fecunda de nossos primeiros irmãos foi, a partir de experiência que nasce do encontro pessoal com Cristo, testemunhar com a própria vida que Deus existe. Os pagãos se sentiam atraídos pela beleza da fé católica e pela caridade com que viviam os primeiros cristãos, e chegavam a exclamar: “Vede como se amam” (Tertuliano, Apol.,39).
É na caridade, na alegria, no entusiasmo e na felicidade da vivência de nossa fé que iremos permear o mundo da esperança e do amor cristão. É no respeito, no diálogo aberto, sincero e inteligente que construiremos pontes entre a Fé e o mundo contemporâneo. Já existem muitos muros!
Aprendamos a difícil arte de escutar, entender, compreender e defender sem medo nossa fé, com serenidade e respeito.
A evangelização e nossas ações sociais só produzirão efeito a partir do momento em que cada cristão tiver um encontro pessoal com Cristo.
Nossa fé não é fruto de uma decisão, mas de um encontro, e só a partir desse encontro nossa evangelização será uma luz que atrai por sua beleza divina.
O amor de Deus cria! A palavra criação possui a mesma raiz grega da palavra poesia “poietés”. Assim, Deus é o verdadeiro poeta e nós somos um poema de Deus. Por isso, é impossível não ficar admirando, contemplando o sol que nasce no horizonte, ou a lua cheia que cresce por trás dos montes. A natureza são versos divinos que nos remetem a Deus. Aqui, em nossa cidade maravilhosa, temos o momento e local para aplaudir o pôr do sol. No entanto, afirmo que não há maior milagre e poesia mais bela do que o olhar e o sorriso de um cristão que vive no mundo com coerência, simplicidade e entusiasmo a sua fé.
O católico tocado pela fé é uma das provas e evidências mais fortes da existência de Deus. Quando conheço um cristão coerente, vejo um milagre da criação. Vejo Deus na Terra e percebo que não há trevas que possam invadir um mundo dominado pela luz da fé, pelo sal do testemunho e pelo bálsamo da caridade. Em cada um de nós, de certo modo, se realizam de maneira plena as palavras de Cristo: “Eu estarei convosco todos os dias, até o fim dos tempos (Mt 28,20).
Peçamos a Nosso Senhor Jesus Cristo a graça de viver nossa fé com toda nossa alma, com todo nosso coração e com todo nosso entendimento. Só assim seremos o que temos de ser e transformaremos o mundo. Só em Cristo, por Cristo e com Cristo conseguiremos transmitir os tesouros de nossa fé e incidir positiva e efetivamente na sociedade. Não tenhamos medo de falar daquilo que preenche nosso coração; não tenhamos medo de falar d'Aquele que dá um sentido último às nossas vidas. Subamos nos telhados e nos preparemos para anunciar com amor que o Amor existe, se fez carne e habita em nós e está entre nós.
Preparemo-nos, através da oração, da adoração, da eucaristia, da reconciliação e da missão pessoal e comunitária para o Ano da Fé, que coincidirá, para o nosso júbilo, com a preparação e a realização da JMJ Rio 2013!
Rezar pelos mortos e acender velas por eles são perda de tempo?
Quando alguém morre, a Igreja considera a possibilidade de que ainda tenha resquícios de pecado, dos quais se deve purificar.
Por conseguinte, ela institui orações e sufrágios, que são orações que a Igreja formula em favor dos falecidos. A Igreja pede a Deus que os fiéis defuntos sejam prontamente isentos de qualquer mancha de pecado leve que lhes impeça a visão de Deus face e face.
As almas do purgatório não podem acelerar o processo de sua purificação, pois são incapazes de merecer algo.O período de méritos é somente a vida presente. Contudo os cristãos na terra podem ser lhes úteis em virtude da Comunhão dos Santos, que une todos os membros da Igreja entre si; já que todos os fiéis: militantes (nós, os vivos), padecentes (as almas do purgatório) e triunfantes (as almas que já se encontram no céu) formam o Corpo de Cristo, os méritos de uns beneficiam os outros. Assim podem os fiéis na terra satisfazer pelas almas no purgatório. Os sufrágios aplicados às almas do purgatório fazem que estas sejam mais profundamente penetradas pelo amor de Deus, que nelas há de consumir as impurezas do pecado.
A comunicação de bens espirituais entre os fiéis não conhece classes nem privilégios; todos os bens espirituais da Igreja circulam entre todos os membros desta. Por isso não é adequada a expressão “as almas mais abandonadas no purgatório”; não há alma abandonada.
O uso litúrgico da vela é muito frequente. Ela lembra que Cristo é a luz do mundo, e a cera, que se consome, lembra a vida de Cristo consumida por nosso amor. E para o cristão, lembra também que a chama da vela é o símbolo da Fé que deve iluminar a vida do cristão, que por sua vez, deve iluminar o mundo. A cera lembra que a vida do cristão só tem sentido se consumida no serviço ao outro, no amor ao irmão.
Desde o início da Igreja os cristãos fazem usos de velas, lamparinas e candelabros para exprimir a fé e o ardor de sua alma. Junto ao altar, principalmente por ocasião do Sacrifício da Missa, as velas acesas atestam a adoração prestada a Deus.
Quando se acende diante de imagens de santos, ou simplesmente em honra destes, as velas e lamparinas significam a atitude de veneração não adoração aos amigos de Deus.
Um costume que remonta até a Antiguidade é o de acender velas junto aos cadáveres ou túmulos dos defuntos, como símbolo da fé na luz e na vida eterna, exprimindo o respeito dos vivos perante o mistério da morte, sobre a qual só Deus tem poder; para os católicos equivalem a uma profissão de fé na imortalidade da alma e na ressurreição dos corpos. Esta reverência aos mortos se verifica nas diversas nações onde encontramos uma lamparina ardente junto ao túmulo do “Soldado desconhecido”.
Muitos se preocupam em colocar a vela acesa na mão do moribundo como um gesto de profundo significado de fé e esperança no Cristo, luz eterna dos que morrem no Senhor e de consagração de toda a vida a Deus. Supõe se que a vela tenha sido benta na igreja; tornou-se assim um sacramental, isto é, objeto que a Santa Igreja sequestrou do uso profano, pedindo ao Senhor que todos aqueles que dele usem com fé e devoção obtenha graças para a alma e para o corpo; sobre tal objeto pesa, por assim dizer, o valor da prece da Igreja, a qual não pode deixar de ser agradável a Deus e meritória para os homens.
Por conseguinte, a fé e a devoção dos fiéis que, diante da morte, recorrem ao sacramental da vela benta, se revestem de nova eficácia para impetrar as graças de um santo desenlace. De modo semelhante, a água benta, a medalha benta, o pão bento que são outros sacramentais - usados com piedade, dão novo esteio à oração dos fiéis.
Vê-se, pois, que o uso das velas nada tem que ver com superstição. É claro, porém, que se podem verificar abusos; as almas simples lhes atribuem as vezes efeitos desproporcionais; é o que se deve de todo o modo evitar nos santuários católicos
 
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